Festival mostrará o que há de melhor em 40 bares de Maringá
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09/11/2011


Festival mostrará o que há de melhor em 40 bares de Maringá


Com 40 inscritos, o I Festival Prato de Butiquim, promovido pela Faculdade Cidade Verde, Senac, MLG Comunicação e Eventos e Grupo O Diário, com o apoio da RIC, Prefeitura Municipal de Maringá e Convention & Visitors Bureau, começa nesta quinta-feira com aquele friozinho na barriga que antecede novidades. É como avalia o gerente de marketing do grupo O Diário Wilson Teixeira, envolvido na organização do evento, que vai até o dia 30."

"Está tudo pronto, mas agora não está mais no nosso controle", diz. A cultura de boteco em Maringá já faz parte da rotina da cidade que abrigou Teixeira.

De acordo com o gerente de marketing, embora três dos inscritos saiam vencedores da competição, que conta com a avaliação do júri técnico e popular, ninguém perde.

"Dá para mostrar o formato, conhecer bares bacanas e gerar uma oportunidade para esses bares. Além disso, alguns criaram pratos novos para inscrever, isso é bom também para o cliente", diz. "Nos dias do festival, esperamos ter uma grande movimentação nos estabelecimentos inscritos".

A inscrição não teve custo, e a intenção era fazer com que os donos de bares realmente participassem. "Nossa expectativa era bem menor", conta.

Se depender de Teixeira, esse é o primeiro festival de muitos na cidade. "Queremos que entre para o calendário de Maringá. Festivais gastronômicos de outras cidades surgem informalmente, primeiro com os amigos e depois expande. Aqui já começamos com o formato de festival. Nosso profissionalismo na comissão é maior que o de outros eventos do gênero", destaca.

A segunda edição já está confirmada para novembro do ano que vem. "Em 2012 todos deverão apresentar pratos inovadores para se inscreverem", avisa Maria Lígia Guedes, a organizadora do evento. "Maringá merece um festival assim, a ideia principal disso tudo é criar negócio. Não é maravilhoso unir entretenimento com geração de negócios?".

Segundo Maria Lígia, o que surgiu de uma discussão de ideias, hoje já tem dimensão nacional. "O trabalho para o ano que vem já começou, e atraiu muita gente de fora da cidade". Com a experiência deste ano, tornar o projeto piloto uma tradição já não é mais uma dificuldade. "Grandes ideias são aquelas que se realizam. No primeiro, tudo é muito difícil, mas nos baseamos em metas e prazos", diz.

O júri técnico será formado por profissionais ligados à área gastronômica e comunicadores. "São pessoas que conseguem identificar os ingredientes e avaliar com propriedade as categorias", explica a organizadora. A avaliação do júri técnico terá peso 4, enquanto o popular, peso 5 na avaliação final.

"O técnico vai um só dia na casa. Já o popular está presente constantemente. É importante abrir para o olhar do cliente, porque é o que frequenta o local e pode avaliar melhor os quesitos atendimento, higiene do local e temperatura da bebida, por exemplo."

Depois de subdividir em várias categorias, a organização fez uma pesquisa de campo até chegar às três categorias finais: prato, petisco e lanche. "Muitas casas queriam participar, então tivemos de readequar às necessidades da cidade sem ferir o regulamento", diz Maria Lígia.

FONTE: ODIARIO.COM (Por: Ana Luiza Verzola e Clóvis Augusto Melo)

 

 

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