Cannes maringaense: UniFCV realiza festival de curtas metragens
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Cannes maringaense: UniFCV realiza festival de curtas metragens

28/11/2019


Cannes maringaense: UniFCV realiza festival de curtas metragens


O cinema nacional está em alta, o filme Bacurau, dos diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles chamou a atenção de muitas pessoas, inclusive internacionalmente, levando três prêmios no 23º Festival de Cinema de Lima, no Peru, além de ser destaque no Festival de Cannes e no Festival de Cinema de Munique.

Buscando valorizar a criatividade cinematográfica, os nossos alunos de Design Gráfico realizaram o “Festival de Curtas-Metragens”, a atividade foi uma aplicação prática dos conceitos cinematográficos e resultado das aulas da disciplina de audiovisual.

Segundo o professor William Vieira, os alunos tiveram a liberdade de escolher o tema e gênero dos curtas: “Conforme as aulas foram andando eles tiveram que produzir curtas entre 10 e 15 minutos. O tema das histórias foi livre. Tivemos documentários e histórias, acompanhando tudo o que foi passado na sala de aula para eles, todos os alunos foram convidados para assistir esse material. Toda produção, incluindo os cartazes, foram feitos por eles”, diz o professor.

Entre os diretores estava a aluna do 4º semestre de Design Gráfico, Camilla Dorada da Silva, diretora e roteirista do curta “Abi no multiverso” que enfrentou sozinha os desafios de criar um curta do zero: “O maior desafio foi criar a história, e depois pensar em como eu transmitiria tudo isso para ao público, como eu faria eles entenderem todo o contexto da história. Equipamentos e edições foram uma parte também muito complicada, no final de tudo foi tudo gravado com o celular, e a edição precisava ser muito precisa pois há troca de posições e roupas e muitas transições entre cenas, então foi bem complicado”.

Porém o melhor presente sem dúvida é o reconhecimento, a felicidade que emana ao perceber que seu trabalho foi notado. A duração dos filmes pode ser curta, mas a felicidade em ter eles exibidos sem dúvida não é. “Achei sensacional. Uma forma de sermos reconhecidos ainda sim como estudantes, pois deu muito trabalho. E projetos assim instigam a gente a achar o nosso caminha no mundo do Design que é um universo de possibilidades”, comenta Camila.


 

 

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